Essas afirmações comuns e difíceis de assumirmos porque consideramos que somos só boas ou só más. Somos sim tudo que precisarmos ser e isso é parte do nosso equilibrio. Nenhum ser humano pode ser uma coisinha só e sempre com uma conduta passiva e até mesmo pacífica. De vez em quando somos provocados e a indicação para nos defender ou mesmo para conseguirmos o que queremos somos maus sob o ponto de vista do outro ou mesmo sob o nosso próprio...
Tudo é dialético, somos mesmo o tempo todo esse jogo de leituras e interpretações e não podemos nos esquizofrenizar por isso. É parte da vida estarmos sob a visão dos outros e em meio às nossas reflexões em fazer escolhas em tomar decisões... pensamos em nosso benefício e pensamos em estar escolhendo corretamente o que melhor irá nos favorecer.
Podemos estar com isso traindo alguém (???) magoando exorbitando ultrajando enfim, o que de maneira ética pessoal não se pode é ferir propositadamente alguém ou qualquer pessoa que a gente considera parte afetiva em nossa vida.
Mas essa é uma questão que atormenta a gente a nível mental e físico até. Porque os nossos quereres ou "desejos" podem sim estar movimentando a vida de outras pessoas de maneira inesperada, de forma que causa transtorno, ... a vida é movimento é dinâmica e dialética e ao nos atermos a esses detalhes passamos a viver em "sofrimento" porque tomar decisões fazer escolhas é sempre uma coisa que exige de nós uma elegância e delicadeza nem sempre possível.
Escorregamos sim em cascas de banana. Porque os sentimentos em concorrência com tantos obstáculos precisam de espaço para que se realizem, precisam de atitudes para que se concretizem e essa é uma seara complicada. Praticamente um campo minado...
É sempre no campo do amor romântico que a gente se perde em escolhas complicadas por envolver terceiras pessoas. É sempre alguém que está em um compromisso e exige de si mesmo tomar decisões e fazer escolhas com critérios que são intimos,...
com medidas que têm a ver com tudo na vida e na rotina.
Vale a pena? Será que sair aqui do quentinho do que já estou acostumada vale a pena pra arriscar em algo desconhecido? É preciso que existam hormônios suficientes para que a gente se jogue, mude tudo, "jogue tudo pro alto" como dizem por aí.
Tem o sentimento mas o que mais pesa mesmo em determinado momento da vida é a parte financeira, são as coisas que podem nos tirar confortos que não se deve abrir mão até mesmo pela idade. O certo pelo duvidoso em fases da vida onde não temos mais a mesma força física e vontade mesmo de transformar traduz em se ficar onde se está e terminar os dias de vida caindo em abismos e pensando ou esquecendo qualquer coisa que nos conduza a Vida em sua grande valia,...
Eu sempre me coloco no lugar de todos e o meu quase sempre é o mais confortável porque não há o que ser "escolhido"... E aí abrir mão da minha pseudo felicidade a dois cai no esquecimento e passa a ser des-considerada...
Vivo a empolgação de estar viva de ainda conseguir sentir qualquer coisa por outra pessoa, mas que é fadada a morrer por falta de alimento de troca enfim!!!
O lugar do amor romântico que começa é desconfortável neste caso onde existem coisas impedindo no sentido de que são complicadas de serem deixadas pra trás não que sejam boas ou ruins mas porque são costumeiras acostumáveis acostumadas...
Acordei pensando nesse tema porque acontecem coisas para que a gente se perceba diante delas mais de uma vez na vida em considerações diferentes em loucuras outras e abismos de paisagens reais...
E maturidades a parte percebo que não caminhei em relação a isso. Acho que a dose de frustração é comulativa e jogar esse jogo é pra quem sabe. O que não é o meu caso. Meto os pés pelas mãos, fico adolescente infantil débil!!!
Esses temperos que parecem saborosos mas que dão má digestão depois que a gente consome são perigosas substâncias adoecedoras.
O compromisso do outro não me cabe pensar mas eu sinto infelizmente.
A sintonia e frequência me leva de maneira cruel pra dentro do estado do outro e aí o caos é instalado.
Bem, todos os dias no Planeta e a toda hora acontecem encontros desencontros e despedidas. E eles são parte do nosso caminho de aprendizado. Pessoas que se acham e se perdem por condições diversas e adversas. Por estados civis e de consciência. Por vontade ou falta "d"...
Teste maravilhoso da nossa estima e da nossa determinação. Ficar ou seguir em frente!!!???
Se o outro não estiver disponível afim com vontade suficiente de mudar ou de começar uma outra jornada é chover no molhado...
Viver é correr riscos, ... é isso mesmo!!! Quando o amor não acontece de ambos os lados fica essa malhação mental pra gente praticar... sem criar complexos e considerações erradas é preciso resolver internamente as questões que sempre se formam em nossa mente viciada em pendengas...
Mas eu? Eu queria que tivesse sido como pareceu ser...
Tudo é dialético, somos mesmo o tempo todo esse jogo de leituras e interpretações e não podemos nos esquizofrenizar por isso. É parte da vida estarmos sob a visão dos outros e em meio às nossas reflexões em fazer escolhas em tomar decisões... pensamos em nosso benefício e pensamos em estar escolhendo corretamente o que melhor irá nos favorecer.
Podemos estar com isso traindo alguém (???) magoando exorbitando ultrajando enfim, o que de maneira ética pessoal não se pode é ferir propositadamente alguém ou qualquer pessoa que a gente considera parte afetiva em nossa vida.
Mas essa é uma questão que atormenta a gente a nível mental e físico até. Porque os nossos quereres ou "desejos" podem sim estar movimentando a vida de outras pessoas de maneira inesperada, de forma que causa transtorno, ... a vida é movimento é dinâmica e dialética e ao nos atermos a esses detalhes passamos a viver em "sofrimento" porque tomar decisões fazer escolhas é sempre uma coisa que exige de nós uma elegância e delicadeza nem sempre possível.
Escorregamos sim em cascas de banana. Porque os sentimentos em concorrência com tantos obstáculos precisam de espaço para que se realizem, precisam de atitudes para que se concretizem e essa é uma seara complicada. Praticamente um campo minado...
É sempre no campo do amor romântico que a gente se perde em escolhas complicadas por envolver terceiras pessoas. É sempre alguém que está em um compromisso e exige de si mesmo tomar decisões e fazer escolhas com critérios que são intimos,...
com medidas que têm a ver com tudo na vida e na rotina.
Vale a pena? Será que sair aqui do quentinho do que já estou acostumada vale a pena pra arriscar em algo desconhecido? É preciso que existam hormônios suficientes para que a gente se jogue, mude tudo, "jogue tudo pro alto" como dizem por aí.
Tem o sentimento mas o que mais pesa mesmo em determinado momento da vida é a parte financeira, são as coisas que podem nos tirar confortos que não se deve abrir mão até mesmo pela idade. O certo pelo duvidoso em fases da vida onde não temos mais a mesma força física e vontade mesmo de transformar traduz em se ficar onde se está e terminar os dias de vida caindo em abismos e pensando ou esquecendo qualquer coisa que nos conduza a Vida em sua grande valia,...
Eu sempre me coloco no lugar de todos e o meu quase sempre é o mais confortável porque não há o que ser "escolhido"... E aí abrir mão da minha pseudo felicidade a dois cai no esquecimento e passa a ser des-considerada...
Vivo a empolgação de estar viva de ainda conseguir sentir qualquer coisa por outra pessoa, mas que é fadada a morrer por falta de alimento de troca enfim!!!
O lugar do amor romântico que começa é desconfortável neste caso onde existem coisas impedindo no sentido de que são complicadas de serem deixadas pra trás não que sejam boas ou ruins mas porque são costumeiras acostumáveis acostumadas...
Acordei pensando nesse tema porque acontecem coisas para que a gente se perceba diante delas mais de uma vez na vida em considerações diferentes em loucuras outras e abismos de paisagens reais...
E maturidades a parte percebo que não caminhei em relação a isso. Acho que a dose de frustração é comulativa e jogar esse jogo é pra quem sabe. O que não é o meu caso. Meto os pés pelas mãos, fico adolescente infantil débil!!!
Esses temperos que parecem saborosos mas que dão má digestão depois que a gente consome são perigosas substâncias adoecedoras.
O compromisso do outro não me cabe pensar mas eu sinto infelizmente.
A sintonia e frequência me leva de maneira cruel pra dentro do estado do outro e aí o caos é instalado.
Bem, todos os dias no Planeta e a toda hora acontecem encontros desencontros e despedidas. E eles são parte do nosso caminho de aprendizado. Pessoas que se acham e se perdem por condições diversas e adversas. Por estados civis e de consciência. Por vontade ou falta "d"...
Teste maravilhoso da nossa estima e da nossa determinação. Ficar ou seguir em frente!!!???
Se o outro não estiver disponível afim com vontade suficiente de mudar ou de começar uma outra jornada é chover no molhado...
Viver é correr riscos, ... é isso mesmo!!! Quando o amor não acontece de ambos os lados fica essa malhação mental pra gente praticar... sem criar complexos e considerações erradas é preciso resolver internamente as questões que sempre se formam em nossa mente viciada em pendengas...
Mas eu? Eu queria que tivesse sido como pareceu ser...
Fiquem bem
cuidem-se bem!!!
Livia Leão
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