sexta-feira, 20 de novembro de 2009

DIÁRIO DE BORDO - Como administrar uma existência... Difícil!!! Mas a gente tenta...

 ANA SHARP
                                                  SEKA NIKOLIC

Muito prazer em conhecê-las!!!

Essa semana tive o enorme prazer de ler dois livros, um de cada uma dessas lindas pessoas que são ricas em vocação, ou seja, que atenderam aos chamados e foram buscar respostas e solucionar problemas na área que considero a mais urgente de todas em nossas vidas, a compreensão da dor, a aceitação das angustias como sendo a mola propulsora de quase tudo que conseguimos transformar ao longo de nossas existências.
Que nos leva a buscas maravilhosas e encontros iguais com tudo que somos nós em todas as nossas dimensões.
Vale a pena trilhar esse caminho.
Vale a pena desvendar junto com essas pessoas as nossas próprias questões e penetrar no nosso universo infinito e particular.
Elas falam da simplicidade com simplicidade, de coisas possíveis de serem feitas por nós e para nós e que fazem a diferença.
Falam de cura, de saúde, de inifinitas possibilidades, de responsabilidades, de compromissos, de consciência... enfim, de tudo que podemos assumir de verdade em nossas vidas e que negligênciamos de maneira vergonhosa... bem, eu pelo menos faço isso e morro de vergonha de mim mesma... saio muito da prática que preciso para cuidar de mim, da minha saúde e de tudo que devo fazer para viver uma existência bacana como mereço.
Quando leio sobre coisas que são simples de serem incorporadas no dia a dia fico cheia de coragem e determinação, em alguns meses, volto a entrar no esquema de todo mundo, por ser uma pessoa que se contamina no hábito do outro.
 De vez em quando sou fraca...!!! 
Claro, que o compromisso com a minha vida é meu, mas é mais do que comprovado que é preciso que estejamos muito alerta para não entrar no esquema do todo, do grupo que se vive.
Seka é uma Terapeuta de Cura que trabalha com Bioenergética, nasceu em Sarajevo e tem poder de cura desde criança... Ana Sharp é brasileira e Terapeuta auto-didata e anticonvencional... adoro!!!
 As duas são do balacubaco na minha concepção.
Mulheres destemidas que são cumpridoras das suas missões e que estão legitimadas no seu trabalho pelo resultado com seus paciêntes, com suas formas de trabalhar e cuidar de quem precisa e as procura.
Eu sou 100% (cem por cento) adepta de suas formas de pensar e cuidar.
Dos seus estudos, das coisas que alcançam e que beneficiam com certeza a nossa vida oferecendo ao nosso corpo biológico uma condição saudável constante.
Quando estamos buscando consciência e saúde, precisamos buscar os recursos mais seguros e confiantes.
 O pensamento correto, a alimentação correta, as escolhas corretas...
as ATITUDES CORRETAS... acreditando, confiando... enfim, que estamos fazendo o que é melhor para o nosso bem estar, pela nossa saúde.
O que não quer dizer que não vamos entrar em contato com o mundo além do nosso, mas com esse exercicio, com certeza adquiriremos uma qualidade de vida que nos favorecerá, que nos conduzirá à conquista de tudo que estamos buscando.
É um arsenal de coisa que precisa ser modificado e por nós mesmos.
Mudar padrão de pensamento, mudar o pensamento a todo minuto numa vigilia incansável, transformar e transmutar dizeres de séculos!!!
É algo que nos parece impossível, pelo trabalho enorme e investimento maior ainda, de des-dizer tudo que fomos acostumados a ouvir desde que fomos concebidos...
Essa escolha de cuidar da gente através desses recursos lindos e ricos, de adquirir consciência e poder sobre nosso organismo é um salto quântico maravilhoso que devemos desfrutar, que devemos colocar em prática em nosso dia a dia.
Um dia seguido do outro, procurar pensar em coisas e nas coisas como queremos que seja, ao invés de deixar "a vida nos levar", ter o comando consciente de tudo que está em nosso poder e é nossa responsabilidade.
Sim porque se a vida é nossa, com certeza podemos conduzi-la da forma mais justa e precisa...
Existem coisas que parecem fugir ao nosso controle, ou melhor, fazemos coisas que não queremos, que nos são impostas pelo bendito sentimento de solidariedade, de uma consciência de que devemos cuidar, zelar, nos comprometer com tudo que nos diz respeito, sabendo que tudo é para nós, por nós, o outro pode ou não alcançar esse movimento, vai depender da sua sensibilidade, do seu alcance pessoal...
Concluo de maneira lamentosa que muito pouca gente está preparada para viver a vida compartilhada, atenta, desperta.
Antenada como se diz hoje!!!
Acho que uma maioria alarmante está mesmo "antenada", mas com tudo que não está perto, presente... e tudo é muito feito e pensado com uma distância física que me incomoda.
E aquele cuidado necessário e pessoa que está do seu lado fica em total abandono, porque estamos mesmo é em outro lugar... sabe-se lá onde!?
"_ A gente se vê... a gente se fala... te mando um e-mail... etc. etc. etc..."
Percebo enquanto caminho pelas ruas que estamos cada dia mais des-interessados por coisas que estão ao nosso redor, coisas e pessoas.
Casais sentam-se em restaurantes e nem sequer se olham, ficam os dois conversando ao celular... dentro de cada, nem se fala (desculpe o trocadilho!!!), existe um silêncio incomodo.
Percebo mulheres que administram suas casas pelo celular... que estão de maneira incomodante interessadas por tudo que seja virtual... hoje até a infidelidade é virtual... por preguiça ou medo das doenças sexualmente transmissíveis? ... !!!
Fica aqui a minha dúvida e questionamento.
Olhamos muito pouco para quem está do nosso lado... e por isso somos pegos de surpresa quando percebemos que algo está errado com alguém que vivemos juntos...
E isso é vergonhoso na minha forma de pensar a vida.
A minha prática de vida sempre foi cansativa porque sou muito atenta a tudo que me cerca e todos que fazem parte do meu dia a dia não me são indiferentes... isso é motivo de cansaço e desgaste, porque quase ninguém acha isso legal... bom mesmo é não ter ninguem "vigiando", "controlando".
E a falsa sensação de liberdade... sim porque esse não é com certeza o conceito e o sentido de liberdade.
E estou falando sobre essas coisas porque delas depende a nossa saúde, delas depende a compreensão da mecânica e da dinâmica da vida.
Sem esses cuidados, carinhos, atenções; para que precisamos morar com outras pessoas?
Sejamos eremitas assumidos, esse negócio de volume, de barulho dos outros para não me sentir só, estando só... não faz a minha cabeça e cria dentro e fora de mim um incomodo insuportável.
Tenho horror de solidão a dois, a três, a quatro, a cem...
E isso é tão forte que interfere no meu equilíbrio, na minha harmonia, porque considero companhia, parceria, algo essencial... fundamental.
E brincar de faz de contas é um exercício quase impossível para mim.
A leitura para mim tem essa função, os livros vêm para as minhas mãos, trazendo as melhores mensagens, conduzindo as formas mais simples de compreender a vida, dissolvendo os sentimentos que pareciam ser difíceis de serem dissolvidos.
Vou encontrando meus semelhantes e ao mesmo tempo assumindo minha individualidade.
Gostando das minhas mais profundas características... me admirando e celebrando dentro de mim, as minhas sensibilidades e alcances.
Adoro esse contato com os outros para perceber o quanto somos infinitamente parecidos e estupidamente diferentes... e que precisamos com urgencia buscar nos outros e em alguns outros seres; compatibilidade, sincronicidade, empatias que tornam a vida muito melhor e possível.
Nada pode ser mais insustentável que embates desnecessários, que trânsitos indesejáveis...(falo de pessoas, claro!)
É insalubre por demais da conta...
Por isso cultivo, cultuo em minha existência leituras, conhecimentos que me conduzam aos mais belos e simples sentimentos...
Porque já tenho uma natureza "rabujenta" leonina com ascendente em touro... que não nego, mas procuro tornar-me leve... ainda que seja assim...
uma dificuldade!!!
Os dois livros que li me enriqueceram demais e acredito que alguma coisa mudou para sempre...
e muito quero colocar em prática e vou... asta!!!



.
"EU FALO DE AMOR A VIDA, E NÃO DE MEDO DA MORTE.."
Paulinho Moska



"... ENTÃO ME DIZ QUAL É A GRAÇA DE JÁ SABER O FIM DA ESTRADA..."


É assim que penso a vida de vez em quando...
Assim que adoraria poder viver todo os meus dias...
Por merecimento e por acreditar...

Livia Leão





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